Lindo.
23 de setembro de 2008
Freddy Mac e Fanny Mae got married
Lindo.
21 de setembro de 2008
20 de setembro de 2008
Anarchy in the UK
Por um lado isto é reconfortante. Demonstra que aquilo que parecia ser o terror das mães dos adolescentes das últimas décadas se banalizou, foi socialmente aceite e integrado na vida moderna. Por outro lado, é preocupante. Indica que a energia criativa desses anos se encerrou no beco sem saída do consumismo sem sentido: quando a gente vê Keith Richards a vender malinhas Vuitton não sabe se deve rir ou vomitar.
Se for verdade que a História se repete – seja como tragédia ou como farsa, pouco importa – este estado de coisas não merecerá grande preocupação. As gerações saberão reinventar-se e uma nova energia criativa tentará sujeitar o Mundo à prova da Utopia. Talvez.
Estava a acabar de escrever esta posta quando comecei a ouvir subir do quarto do meu filho de 10 anos os primeiros acordes de My Generation. Fui ver o que se passava e lá estava ele a jogar Guitar Hero na PlayStation…
19 de setembro de 2008
Le genou d'Andreia
"Tentei massagens terapêuticas, massagens relaxantes e mesmo massagens com final feliz. Gostei sobretudo das terapêuticas, executadas pela inesquecível «dra. Andreia», uma miúda ladina que se punha em cima de mim com o joelho esquerdo dobrado e prometia entre duas risadas: «vamos lá fazê-lo estalar». E eu estalava."
era um joelho assim?
18 de setembro de 2008
Colecção Outono/Inverno
16 de setembro de 2008
Pescadinus Tautologicus
15 de setembro de 2008
Bola de Ouro
12 de setembro de 2008
11 de setembro de 2008
Much Ado About Nothing
9 de setembro de 2008
A cadência, os seus tempos, a trepidação e a intensidade dela
“a música clássica e o metal partilham a cadência (os tempos) e a trepidação (as
intensidades).” Henrique Raposo
7 de setembro de 2008
Fim de Semana
4 de setembro de 2008
Da Beleza
Médio de contenção
2 de setembro de 2008
1 de setembro de 2008
Entretanto, na SIC
Diga-se de passagem que o Tomás, muito sério, com o seu fatinho de corte impecável e os sapatinhos tão bem engraxadinhos, a dizer mal dos quatro últimos governos de que se lembra, parecia ter 48 anos e não 18. Preferimos de longe o neto Champalimaud, que escolheu Direito porque o pai lhe disse que era assim que devia ser e que como prenda de fim de curso pediu, em vez do par de espingardas que o pai lhe propunha, uma volta ao mundo, durante a qual se fartou de surfar na Austrália e na Nova Zelândia. Aliás, um gajo que escolhe Champas como nome de blogger não pode ser mau tipo. Só não deu para descobrir – a imagem passou demasiado rapidamente – o nome do blog dele.
Donde: a burguesia decadente do Sul mostra – mais uma vez – a sua superioridade sobre o capitalismo industrial nortenho.
29 de agosto de 2008
Al-Mostar
28 de agosto de 2008
Pacta sunt servanda
27 de agosto de 2008
26 de agosto de 2008
Do you miss me, miss misery?
Alguns anos mais tarde, em 2003, Elliott morreria apunhalado no coração, em circunstâncias nunca cabalmente esclarecidas, embora tudo apontasse para um suícidio. Era alcoólico e, nos últimos anos, dependente de heroína, com várias tentativas falhadas de rehab no activo. Tinha 34 anos.
Também em 2003, Celine Dion faria o seu imenso come back com um show no Caesars Palace de Las Vegas, que permaneceria em cena durante os quatro anos seguintes. Celine tinha então 34 anos.
The Third Eye
25 de agosto de 2008
Hollywoodland
22 de agosto de 2008
Balanço olímpico (5)
Deixem-me portanto também ajudar à festa, com a equipa chinesa de ginástica desportiva. Todas estas garbosas raparigas têm, dizem eles, a idade mínima para participar nas Olimpíadas, que é 16 anos.
Balanço olímpico (4)
20 de agosto de 2008
Balanço olímpico (3)
19 de agosto de 2008
Balanço olímpico (2)
Ciclismo
Balanço olímpico (1)
18 de agosto de 2008
Fim de Estio
31 de julho de 2008
11 de julho de 2008
9 de julho de 2008
8 de julho de 2008
Locomoção
Nunca invejei estes amigos. Tal como não invejo os ricos: qual o interesse de passar o Verão em Ibiza ou de enjoar parvamente algures num iate no Mediterrâneo? De poder ter relógios Cartier ou um carro maior que o do vizinho? De comer uma minúscula dose de não se sabe bem o quê num restaurante do Ducasse? Sejamos claros: muito pouco.
A minha reacção às carreiras destes meus amigos é semelhante. Não lhes invejo nenhuma das vantagens, privilégios ou mordomias às quais podem ter acesso.
Excepto uma. A vergonha de me saber possuído por tão mesquinho sentimento nada pode contra a profundíssima inveja que tenho de toda a gente que tem direito a um carro com motorista. O estômago dói-me, transpiro, em suma: sinto subir em mim uma raiva profunda quando vejo um destes amigos chegar ou ir embora no carro com motorista do qual ele dispõe e é com enorme dificuldade que contenho a horrenda vontade que o dito amigo se estampe na próxima curva. Pensar nas preciosas horas que eu poderia poupar, nos sítios a que poderia mais rapidamente chegar e no conforto de não ter que passar meia-hora à procura de estacionamento, tudo graças a tão conveniente mordomia, desperta em mim uma incontrolável inveja contra tão privilegiada casta.
Esta inveja não é contaminada pela mínima ponta de orgulho. Se um destes amigos simpaticamente me oferece o motorista para eu ir a qualquer lado, aceito caninamente. Aliás, poucas vezes me senti melhor que quando um motorista – simultaneamente membro de uma força de segurança – me levou de algures em Lisboa a algures na Margem Sul, em plena hora de ponta, passando por todas as faixas de emergência e com aquele truque de chegar à Ponte 25 de Abril por um caminho secreto só conhecido por alguns privilegiados.
Eu sei. O que eu acabei de confessar é lamentável e se me restasse um mínimo de dignidade, calava-me bem caladinho e ia à minha vida.
Em certo momento, em plena aceleração na faixa de emergência naquele carro “à paisana”, foi com uma tristeza inconsolável que me apercebi que o meu simpático motorista emprestado não ia pôr o braço fora da janela e meter o “pirilampo” a apitar no tejadilho. Maricas!
7 de julho de 2008
Balanço
Massive Attack: eficácia, brilhantismo, som óptimo.
dEUS: perderam definitivamente a elegância barroca que já tiveram ou foi coisa passageira?
Ben Harper: nunca desilude; grande profissional.
Gossip: pois.
Cartão VIP
3 de julho de 2008
Straight outta Compton
1 de julho de 2008
Mandamento
30 de junho de 2008
Os Nomes das Coisas
Relatório & Contas
27 de junho de 2008
Great Questions of Our Time
A entrevista
26 de junho de 2008
A preguiça

25 de junho de 2008
Pausa
23 de junho de 2008
A tradição é muito bonita
21 de junho de 2008
20 de junho de 2008
Do you hear that, Mr Anderson? That is the sound of inevitability
Por outro lado, que fazemos nós na blogosfera senão falar sobre o que não percebemos?
Natureza das Coisas
19 de junho de 2008
Apenas um par de pegadas
18 de junho de 2008
Da injúria

16 de junho de 2008
Um odor peculiar
Haverá assim tanta diferença? [São agora 10 minutos entre cada descolagem] Assim que deixamos a grande cidade, a pobreza aparece em todo o seu esplendor eslavo-comunista. E os americanos continuam a espantar-se quando ninguém no restaurante confessa falar Inglês. Olho para eles como se só falasse Mongol e continuo a beber placidamente a minha cerveja ucraniana. Nem o fervor religioso dos pobres acaba por ser assim tão diferente do que se passava – mais ou menos em segredo – durante o comunismo, diz-me o meu novo grande amigo Igor enquanto goza com os monges ortodoxos com que nos cruzamos.
No avião de regresso, vêm as equipas polaca, sueca e austríaca de halterofilismo, acabadinhas de chegar de um torneio qualquer. Toda a minha energia é a partir de agora canalizada para evitar perturbar o ritmo das descolagens do aeroporto de Borispol. Estes halterofilistas têm ar de pesar bastante; será que nunca viajam sem os halteres?
12 de junho de 2008
Da estética
11 de junho de 2008
Portugal Allez
9 de junho de 2008
Mais do mesmo
6 de junho de 2008
5 de junho de 2008
Subsídios para uma explicação da formação de preços
4 de junho de 2008
Os factozinhos
3 de junho de 2008
O Mundo pula e avança
2 de junho de 2008
Iron Man
De entre os filmes de super-heróis, e tirando os 2 Batman do Tim Burton, que ocupam um espaço à parte e não entram para este campeonato, Iron Man é sem dúvida um dos que me é mais eminentemente simpático. Mas confesso que nutro desde há muito tempo uma admiração quase reverencial por Robert Downey Jr., desde os tempos em que ele se metia (?) na droga. Para quem se lembre, os grandes Ena Pá 2000 diziam, com a sua habitual sobriedade, que a droga “sabe bem mas faz mal”.
31 de maio de 2008
Fim de Maio
Joni Mitchell, Pat Metheny, Jaco Pastorious e Don Alias.
E querem-me impingir a Scarlett?!
30 de maio de 2008
Bravo Portugal
Fernandes, Defensor da Cristandade
29 de maio de 2008
Malfunction
Tinha uns óptimos vídeos para postar mas o Blogger não deixa. Sendo assim, resta-me sublinhar mais uma vez o meu incondicional apoio ao Tratado de Lisboa. Sem deixar que o facto de se tratar de um mau tratado me influencie, sendo aqui aplicável o famoso dito sobre melhor valer um mau acordo que uma boa demanda. Aliás, embora cada Estado tenha obviamente o direito de organizar os referendos que quiser, qualquer referendo a um tratado europeu que não se realize ao mesmo tempo e com a mesma pergunta em todos os Estados membros, não é nem sério nem credível. E para dizer isto não preciso sequer, ao contrário do que parece dizer o Daniel Oliveira, de defender o conteúdo do Tratado de Lisboa. Como qualquer acordo internacional firmado entre Estados soberanos, tem coisas boas, menos boas e francamente más. Mas é necessário e não deveria ter sido sujeito a referendos parciais e isolados. E agora vou estudar o mapa de Donetsk, essa interessante cidade mineira onde espero me encontrar brevemente, para pregar mais uma vez o meu Evangelho. 28 de maio de 2008
Les Chansons d'amour
Há com certeza boas razões para os filmes musicais estarem fora de moda. E mais razões ainda para ver ou rever Les Chansons d’amour, uma descomplexada mistura de Demy com Nouvelle Vague, com uns laivos de pop alternativa francesa e um modo absolutamente irresistível de falar de coisas sérias (o amor, o ciúme, a perda) de maneira leve. O longo braço da Lei
Esta notícia do DN é uma das mais perturbantes, desde que se soube que o detective privado Costa, especialista em infidelidades, apanhou a mulher com outro.
27 de maio de 2008
Naturalmente
26 de maio de 2008
Grandes batalhas da Literatura
Os felizes literatos serão devidamente recompensados. Respostas para mundosparalelos@hotmail.fr
22 de maio de 2008
WikiMundo
O Intelectual
20 de maio de 2008
...
18 de maio de 2008
16 de maio de 2008
Children of Men
Pitch: num futuro não muito longínquo, uma epidemia misteriosa tornou todas as mulheres estéreis, causando a anarquia em todo o mundo, salvo no Reino Unido; confrontado no entanto com a invasão de refugiados vindos do resto do mundo, o Reino Unido torna-se um Estado altamente militarizado; é neste contexto que uma jovem refugiada negra se torna a primeira mulher a engravidar em 18 anos; o protagonista, um ex-activista político, vai fazer tudo para a pôr a salvo simultaneamente do Estado e de um grupo terrorista e entregá-la a um misterioso grupo de cientistas – que nem sequer se sabe muito bem se realmente existe – que estaria a tentar encontrar uma cura para a esterilidade universal.
Filmado no estilo “documentário” popularizado por alguns novos realizadores britânicos (sobretudo Paul Greengrass) mas misturando-o com ideias visuais interessantes vindas da série B pós-apocalíptica (incluindo o subgénero “filme de zombies”), o filme apresenta uma reflexão – em jeito de road movie – sobre a possibilidade da esperança num mundo militarizado e desprovido de ética. A ideia é boa, actores e técnicos estão à altura, mas, ainda assim, quando o genérico final começa a passar, perguntamo-nos o que não teria feito um Kubrick com semelhante material.
15 de maio de 2008
E o Henrique Raposo existe?
Já o comentário sobre o CSI me pareceu muito pertinente. Desgraçadamente, não vejo o CSI.
Urge portanto fazer a pergunta que queimará já os lábios do meu dedicado leitor: e o Raposo existe?
Soyez raisonnables (3)
14 de maio de 2008
Entretanto, no país do Gato Fedorento
12 de maio de 2008
Entretanto, na SIC Notícias
8 de maio de 2008
7 de maio de 2008
Vingança em Ranholas
Friends, Lésbicos, countrymen, lend me your ears

6 de maio de 2008
Elegância Rock (reloaded)

5 de maio de 2008
Soyez raisonnables (2)







































