28 de abril de 2008
Madeira, estamos a chegar
25 de abril de 2008
24 de abril de 2008
Escândalo
“Sources said the second hooker also noted that Spitzer liked to keep his socks
on during sex”
Fim de Semana
23 de abril de 2008
22 de abril de 2008
Partir
- No one's here.
- You can go. It'd be easy. If you stay here, you're just gonna...
- Oh.
- Shh.
- It's okay.
- It's okay.
Metáforas
Metáforas do Amor. Como esta: aterrar com o helicóptero no jardim da namorada. Não se percebe o chinfrim dos ingleses, esse povo tão desprovido do mais básico romantismo. Já se fica mais preocupado quando o Ministério da Defesa vem dizer que tudo não passou de um exercício.
21 de abril de 2008
19 de abril de 2008
Sabes que estás a ficar velho
Projecto
18 de abril de 2008
Um Mundo para todos
Blasfémia? Really?
17 de abril de 2008
Prof. Agnidnaz
Este ano devo ter visto todos os jogos - os maus, os péssimos e os assim-assim - que o Sporting perdeu.
Ontem tinha um jantar ao qual não podia escapar. Portanto, não vi o jogo (obrigado, Daniel, pelo resumo!).
Isto dá para um homem começar a achar que tem mais importância que a que merece. A minha presença, ausência ou simples visionamento de jogos chega para alterar os destinos de equipas inteiras. Em suma, transformei-me numa espécie de Prof. Zandinga ao contrário.
16 de abril de 2008
Dear Ann
(clicar na imagem para ler)
Ok, pronto, confesso, isto não saiu de facto no Wall Street Journal. Bom, pelo menos não no verdadeiro.
15 de abril de 2008
A Condição Humana
14 de abril de 2008
Perfeita
A conclusão é simples: apaixonamo-nos pelas imperfeições. A perfeição é de uma banalidade insuportável.
Cena de My Best Friend’s Wedding, fita que vale muito mais que o simples “filme de gaja” que aparenta ser.
Blogstress
12 de abril de 2008
11 de abril de 2008
Geoestratégia
Mudando de assunto, é ou não o reflexo de uma gaja nua nos óculos do Dick Cheney?
O efeito Panda
10 de abril de 2008
Capitalismo financeiro e capitalismo industrial
De qualquer maneira, posso desde já aqui avançar que o resultado desta noite, devidamente testado no PES 2008, será Sporting 2- Rangers 1, com golos de Liedson e Djaló.
9 de abril de 2008
Ouvido no café
8 de abril de 2008
Back to Basics, ainda e sempre
Há tal soturnidade, há tal melancolia,
Que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia
Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.
5 de abril de 2008
Rebirth of Kitsch (3)
Nascida nos anos 60 – e, segundo informa a Wiki, ainda existente – a banda Kool & The Gang não poderá nunca pertencer a outra década que não à de 70 e à vaga disco/soul/funky que fez a fortuna da indústria musical da altura. Partilhavam com outros grupos dessa década de má memória o gosto pelas túnicas de corres garridas e pelas secções de metais demasiado altas (daquelas que não deixam ouvir as guitarras).
Entre todo o lixo pelo qual este tenebroso grupo é responsável, encontra-se o tema Cherish. Em Cherish tudo é mau. Começando pelo refrão: é difícil imaginar versos mais indigentes que estes que se seguem: “Cherish the love / cherish the life / cherish the love. / Cherish the love we have / for as long as we both shall live”. Depois temos os coros, intervalados pelas vocalizações tipicamente soul do solista. Não falemos do teledisco (assim mesmo, “teledisco”, tipo anos 70 e 80) e das inanes imagens dos membros do grupo a passear à beira-mar.
E no entanto…
No entanto, Cherish é melodicamente uma das canções mais bem conseguidas das últimas décadas. Tem harmonias delicadas e arranjos elegantes, que fundem as teclas com as vozes, tudo misturado com sábios salpicos de guitarra e uma secção rítmica discreta mas segura. Com os seus versos infantis, Cherish celebra a vida e a alegria de se estar vivo e rodeado por quem mais amamos.
Portanto: Cherish é uma canção estúpida de uma banda pirosa que representa o pior que a música popular nos deu nas últimas décadas. E é também uma grande canção!
3 de abril de 2008
Isto anda tudo ligado
Estas duas cenas, que se referem aos dois grandes filmes americanos sobre a guerra do Vietname, pretendem obviamente confrontar o espectador com os efeitos da inexorável passagem do tempo sobre determinados símbolos, que julgávamos inamovíveis na sua sacralidade. Nos anos 90 – a acção de Jarhead tem lugar durante a primeira Guerra do Golfo – nem Apocalypse Now continua a ser um manifesto anti-guerra nem o Caçador uma ode à família do soldado que regressa a casa.
Por outras palavras, tudo pode ser isso mesmo e o seu contrário?
Tinha algo mais para dizer a este respeito, mas agora falta-me o tempo, tenho que ir ali ao PES 2008 vergar o Glasgow Rangers à esmagadora superioridade do Sporting.
1 de abril de 2008
Dá-me o telemóvel JÁ
31 de março de 2008
Fitna ou A Montanha, o Rato e o Parteiro Holandês
29 de março de 2008
The Darjeeling Limited
27 de março de 2008
Semiótica de café
Podemos tomar esta imagem pelo que ela é: um par de sabrinas rasas (umas elegantíssimas Dior, informa o Daily Mail) e um par de sapatos de homem com tacão reforçado. E podemos tomá-la pelo que ela pode ser: uma mulher que quer esconder o que é e um homem que quer parecer o que não é. Ou podemos dizer que está encontrada a essência da política moderna: tudo pela imagem, nada sem a imagem. E andamos a queixar-nos de uma inocente sondagem do Correio da Manhã.
26 de março de 2008
Obviamente
25 de março de 2008
Publisfera
21 de março de 2008
Tomar a nuvem por…
20 de março de 2008
Obrigado, Franz K.
19 de março de 2008
A more perfect union
Dr maradona and Mr Ecoblogue
Vae Victis
18 de março de 2008
Quero ser a cruz de madeira
De maradona a 18 de Março de 2008 às 02:36
Quero ser a cruz de madeira onde o maradona será levado no coração do resto da humanidade para toda a eternidade.
Juro que me deu vontade de chorar de lindo que é.
17 de março de 2008
Pois Intende sim senhor
Começar bem
15 de março de 2008
14 de março de 2008
12 de março de 2008
Update
11 de março de 2008
10 de março de 2008
Visto na SIC Notícias
Repórter SIC: "Então diga lá: o que contesta na avaliação dos professores?"
Manifestante: "... Pausa... O que eu contesto na avaliação? ...Pausa... Longa Pausa... Sorriso Triunfante ... Contesto a avaliação!".
Em tempo: também visto aqui.
9 de março de 2008
7 de março de 2008
Impressões de mais uma jornada europeia
- aqueles rapazes do Nul Vier são garbosos mas não jogam nada; ainda assim, tenho alguma ternura por eles. Lembranças de Gelsenkirchen…
- só vi o fim do jogo do Benfica, mas disseram-me que o Cardozo foi finalmente expulso pela cotovelada que deu ao Tonel.
- da parte que vi, terei sido apenas eu a ouvir distintamente, quando o Mantorras aparecia na imagem a correr, “cling cling cling”? Mantorras, vê lá isso, pá, que um dos parafusos que aguenta o joelho está desapertado!
- obrigado, treinador do Bolton, por nos mostrares que existem tácticas piores que o losango!
Para a semana há mais, meus meninos.
O Artigalho
5 de março de 2008
Concerto take away (2)
4 de março de 2008
Haverá sangue

3 de março de 2008
Gilda
Para ty e para mim
2 de março de 2008
Concerto take away
#80.3 - VAMPIRE WEEKEND - Walcott / One
envoyé par lablogotheque
1 de março de 2008
29 de fevereiro de 2008
Riacho das Flores
A primeira é, obviamente, passar a correr, e sem ler (olha, não me digas que esta merda é uma Oxford comma…), pelas chatérrimas considerações político-histórico-filosóficas que se encontram aqui e ali e que foram dissecadas pela já célebre “recensão” do nosso mais divertido Velho do Restelo, o VPV. Não que estejam mal escritas. Apenas porque representam todas, sem excepção, a opinião pessoal do autor sobre determinados acontecimentos e sobre o mundo em geral, e para isso (outra??) já nos chegam as crónicas do prolixo ex-jornalista, sobretudo se, como eu, também não as lermos.
A segunda condição é ler as cenas de sexo com o olho direito fechado. Limitar assim o campo de visão das folhas impressas transforma-se, a partir mais ou menos da segunda página em tais preparos, num exercício de alienação que apresenta algumas semelhanças com o consumo de um cachimbo de água. Com sorte, o incauto e temporariamente zarolho leitor julgará assim encontrar-se perante o Código do IRS ou, em casos mais graves, o programa de candidatura de Ribau Esteves à Câmara de Ílhavo. Devo todavia prevenir que inclinar a cabeça não vale.
Se forem cumpridos estes requisitos, esperam-te, caro leitor, algumas horas de mui agradável leitura, se não tiveres nada de mais interessante para fazer como, por exemplo, conduzir o Getafe à glória no PES 2008.
28 de fevereiro de 2008
On coolness
“Mas, afinal, perguntará o leitor, o que é ser cool? Eu arrisco-me a definir:
ser cool é saber tirar o melhor de cada experiência, por mais banal que seja. É
deixar que tudo à nossa volta pulse e vibre de acordo com a sua intensidade
própria e, sem precisarmos de nos convertermos ao budismo, encontrarmo-nos
algures dentro dessas intensidades”
Encontrarmo-nos algures dentro dessas intensidades?!?
Como dizia o Lester Bangs (Philip Seymour Hoffman) ao aprendiz de crítico rock em Almost Famous:
LESTER BANGS
They [as estrelas de rock] make you feel cool. And hey. I
met you. You are not "cool."
WILLIAM
I know. Even when I though I was, I
knew I wasn't.
LESTER BANGS
That's because we are uncool! And
while women will always be a problem for
guys like us, most of the great art in
the world is about that very problem.
Good-looking people have no spine!
Their art never lasts! They get the
girls, but we're smarter.
WILLIAM
I can really see that now.
LESTER BANGS
Yeah, great art is about conflict and
pain and guilt and longing and love
disguised as sex, and sex disguised as
love... and let's face it, you got a
big head start.
WILLIAM
I'm glad you were home.
LESTER BANGS
I'm always home! I'm uncool!
Pois.
Headers and Footers
1° acto. A bola vai ter com a cabeça do Purovic que, surpreendido, estava a olhar para o defesa do Estrela. Purovic não faz sequer menção de a cabecear, nem teria tempo de o fazer, tal a rapidez da acção. Aliás, se tivesse feito o gesto de cabecear, a bola teria ido ao lado. Não o tendo feito, a bola acaba por entrar, devagarinho, a rir-se para o Faquir ou lá como é que o careca se chama.
2° acto. Depois de ver a bola entrar na baliza, Purovic começa a correr como um louco para festejar o golo com uma única pessoa, que o esperava no banco. O seu único amigo e irmão dos Balcãs e guarda-redes suplente do Sporting, o infeliz Stojkovic. Ali ficam os dois, abraçados. Não é bem um festejo, mais parece um lamento.
Posto isto, devo dizer que o futuro do Sporting me interessa cada vez menos. Mas isso sou eu, que sou do Getafe desde pequenino.
26 de fevereiro de 2008
Multilinguismo
Este país não é para Ruis Santos
25 de fevereiro de 2008
21 de fevereiro de 2008
20 de fevereiro de 2008
A Força da Experiência
“Valeu a pena assistir à curiosa sessão de esclarecimento, para admirar, de novo e sempre, a serena beleza de Ana Lourenço.”
Baptista Bastos, és grande!
19 de fevereiro de 2008
Uma Terra sem Amos
18 de fevereiro de 2008
A (tres)ler
Liga Bet & Win
17 de fevereiro de 2008
Amateur
16 de fevereiro de 2008
15 de fevereiro de 2008
Topless
Amy antes dos Grammys // Amy durante os Grammys
14 de fevereiro de 2008
Yes he can
Saravá Henri
Henri Salvador - Dans mon ile
envoyé par Henri-Salvador
13 de fevereiro de 2008
Causas da decadência dos colunistas peninsulares (2)
PS: se bem que a gente possa duvidar que o Sir Sword alguma vez tenha sido grande em seja o que for, a não ser na comicidade involuntária ...
Desenvolvimento insustentável
12 de fevereiro de 2008
Causas da decadência dos colunistas peninsulares
“Convém, porém, fazer uma pequena observação: Pacheco Pereira e Pulido Valente foram em tempos colunistas de grande qualidade e que contribuíram, efectivamente, para novas perspectivas no debate de ideias em Portugal”
Só se ouviu depois um pscchhiitt. Era o som do balão VPV a esvaziar… E parece-me que não tem parado de perder ar desde essa altura.
O Saruman das Antas
And the Grammy goes for…
11 de fevereiro de 2008
A vast conspiracy!
9 de fevereiro de 2008
8 de fevereiro de 2008
Jesus rules?
7 de fevereiro de 2008
On the cover of the Rolling Stone
And we're loved everywhere we go
We sing about beauty and we sing about truth
At ten thousand dollars a show
We take all kind of pills to give us all kind of thrills
But the thrill we've never known
Is the thrill that'll get you when you get your picture
On the cover of the Rolling Stone
{Refrain}
Rolling Stone
Wanna see my picture on the cover
Rolling Stone
Wanna buy five copies for my mother
Rolling Stone
Wanna see my smilin' face
On the cover of the Rolling Stone
5 de fevereiro de 2008
O dedo mindinho
“Em suma: se eu tivesse de apostar, apostava Clinton sem a mais pequena hesitação, mas não apostava a casa e o carro. Apostava, sei lá, o dedo mindinho da mão esquerda “
Domingo
1 de fevereiro de 2008
Rebirth of Kitsch (2)
Em minha defesa, poderei avançar que o caso muda um pouco de figura quando a gente se dá afinal conta que o cantautor não diz “love” mas “loathe”, o que, convenhamos, muda completamente o sentido da canção.
Ainda assim, não há desculpa para o amante de música alternativa que, tomado por um ataque de loucura que se espera temporária, confessa gostar de um tema que reúne todas as condições do kitsch: melodia jeitosa, arranjos lamechas, violoncelos manhosos e coros femininos – lá está – etéreos. E todavia ….
E todavia eis uma canção que posso ouvir, sem problemas, 2 ou 3 vezes seguidas, sem nunca deixar de me encantar pelo universo sonoro, entre folk vagamente celta (terei já dito aqui que detesto música celta?) e rock sinfónico (ai, que eu também ouvi ELP e Renaissance, mea culpa mea culpa), que Rice vai criando lentamente, de maneira quase insidiosa, até nos apanhar na sua teia melódica diabólica.
Tenho dito a mim próprio, em processo acelerado de auto-desculpabilização, que a culpa é da cena final de Closer – aliás filme medíocre – quando Natalie Portman é filmada em slow motion (à la Sam Peckinpah mas sem os tiros), brilhando entre a multidão anónima, ao som dos últimos acordes do tema em questão.
Não sei, pode ser…








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